Thursday, July 16, 2009

Meditação do dia

Quinta-feira, 16 de Julho, 2009

VERSÍCULO:
Não digas: Vingar-me-ei do mal; espera pelo SENHOR, e ele te
livrará.
-- Provérbios 20:22

PENSAMENTO:
Vingança é uma maneira horrível e dolorosa de responder àqueles
que sentimos que nos fizeram mal. O SENHOR é nossa garantia de
recompensa justa. Deixe com Ele. Vingança crescente só leva a
pessoas destruídas e vidas desmoronadas. Pior ainda, leva a mau
caráter.

ORAÇÃO:
Através do seu Espírito, Pai, dê-me poder para ser paciente e
esperar que o Senhor cuide de injustiças cometidas contra mim. Por
favor, ajude-me a me importar mais com a salvação daqueles que me
fizeram mal, do que com o ajuste de contas. Por favor, torne meu
coração mais parecido com o de Jesus, no nome de quem eu oro. Amém.

Docente da UniPiaget apresenta resultados de investigação na 4ª Conferência Ibérica de Sistemas e Tecnologias de Informação


O Docente da UniPiaget Manuel António Tavares, apresentou, no passado dia 19 de Junho em Portugal, os resultados do seu trabalho de investigação sobre usabilidade e acessibilidade das máquinas ATM em Cabo Verde. A apresentação foi feita no âmbito da 4ª Conferência Ibérica de Sistemas e Tecnologias de Informação que se realizou de 17 a 20 de Junho últimos em Póvoa do Varzim.
O Docente da UniPiaget Manuel António Tavares, apresentou, no passado dia 19 de Junho em Portugal, os resultados do seu trabalho de investigação sobre usabilidade e acessibilidade das máquinas ATM em Cabo Verde. A apresentação foi feita no âmbito da 4ª Conferência Ibérica de Sistemas e Tecnologias de Informação que se realizou de 17 a 20 de Junho últimos em Póvoa do Varzim.
O artigo apresentado intitula-se Usabilidade e acessibilidade na sociedade de informação: Caso de estudo máquinas ATM da rede Vinti4 em Cabo Verde, e é uma reflexão e proposta técnica de melhorias a realizar às máquinas ATM em Cabo Verde que segundo o estudo efectuado, apresentam um conjunto de problemas de acessibilidade e usabilidade dificultando o seu uso por parte da grande maioria de deficientes motores no país.
Neste encontro científico, todos os trabalhos apresentados passaram pela rigorosa avaliação prévia da comissão científica, constituída por especialistas e cientistas de diversas instituições de vários países. O artigo apresentado é da autoria dos docentes Manuel António Tavares e Isaías Barreto da Rosa e foi publicado nas actas da conferência.
Outro artigo científico que apesar de não ter sido apresentado no evento foi aprovado pela comissão científica e igualmente publicado intitula-se Uso de bibliotecas digitais versus versus tradicionais em contexto de info-exclusão, da autoria de Isaías Barreto da Rosa e David Ribeiro Lamas.
Fonte: UNIPIAGET

Thursday, July 9, 2009

Ainda reclamam

Wednesday, July 8, 2009

O que é a Musica.

Música é a capacidade de ouvir. Você pode ser Mozart, mas se não houver quem escute sua obra, ela não existirá. Ninguém compõe para as altas esferas, mas para que o som se propague até um receptor. A música foi assassinada quando descobriram a mina de ouro que é a banalização da batida do tambor. A sofisticação foi reduzida ao pó das baterias, e o tunc tunc se consolidou na indústria imediatista. Mais tarde, "evoluiu" para o baticum eletrônico, que é a entronização surtada da redundância.

Tudo o que música produziu, como melodia, harmonia, ritmo, foi deixado de lado para que imperasse a obsessão pelo Mesmo. O eterno presente, que devora a memória, precisa de reiteração permanente. O entorno dessa barbárie é a parceria gritada de duplas infernais. É preciso atordoar os ouvintes até que não reste uma nesga de civilização auditiva. A vítima então está pronta para digerir o atordoamento interminável. O objetivo é fazer destruir a capacidade de ouvir. É o assassinato implantado da música.

Ouvir significa sonhar, pensar, aprender, enlevar-se, transcender. Tudo isso não serve para nada, pois é preciso que a linha de montagem obedeça aos ditames do entretenimento doentio. A coletividade injeta nos tímpanos a mais intensa avalanche de porcarias auditivas. Dá para perceber de longe. Os ouvidos estão cobertos por grossa camada de fuligem. É para enlouquecer, mesmo, já que pessoas saudáveis seriam incapazes de se submeter ao matadouro cultural.

Nos supermercados ou lojas onde você cai na asneira de entrar, existe a distorção pop de vozes intermináveis, que se esganiçam até o osso. Você está louco para fugir dali, mas não sabe por quê. Aí descobre que é a monstruosidade despejada pela caixinha de som, construída pelo horror de DJs invisíveis, mas mortais. E não ouse reclamar. O sorrisinho maroto de que você está por fora irá se manifestar.

O que resta para as pessoas que conservam um mínimo de lembrança da cultura musical? Num restaurante de bom gosto, num concerto fino, numa sala de espera de luxo, eis que chega até nós os acordes da bossa nova, do jazz, do blues, ou mesmo da música sinfônica, erudita, romântica, barroca. São pílulas caras, pois cobram os tubos para você compartilhar um pouco do que restou, as ruínas desse acervo popular maravilhoso, que sumiu do mapa e hoje está enterrado no coração sem esperança.

Se você tem a coleção completa de Frank Sinatra, Tom Jobim ou Doris Day (sim, ela é o máximo de doçura na voz), de Pixinguinha, Baden Powell ou Maysa, se você gosta de Brahms ou Edu Lobo, então você está condenado a escutar bem baixinho, nos intervalos da guerra. No fundo, você continua preso. Jogado dentro de uma cela por inúmeros malfeitores, como o Ruído e o Gritalhão, é como se houvessem decretado a pena de morte. Mas ainda é possível ganhar dois minutos no pátio para tomar sol. Lá, você respira fundo e consegue lembrar aquela frase musical perdida. Do tempo em que você escutava. Quando havia música.

Por que perdemos a capacidade de ouvir? Porque entregamos o país para a bandidagem, e isso foi há mais de quatro décadas. Quando abrimos mão do Brasil soberano. Quando achamos que poderíamos viver sem a música a feita por nós, e pelo melhor dos estrangeiros. Que deveríamos nos entregar para sempre nas mãos de quem domina o espaço público e loteia nosso ouvido como se fosse um terreno abandonado.
Fonte: Blog do Molusco

Wednesday, July 1, 2009

Meditação do dia

VERSÍCULO:
Pois o SENHOR ama a justiça e não desampara os seus santos;
serão preservados para sempre, mas a descendência dos ímpios será
exterminada.
-- Salmos 37:28

PENSAMENTO:
Deus é comprometido com seu povo. Ele ama justiça e aqueles que
a seguem . Ele não esquecerá do seu povo, daqueles que procuram
honrá-lo mostrando o caráter dele nas suas vidas. Deus prometeu
que honrará suas promessas ao seu povo e preservá-los-á com seu
poder protetor para sempre. Como Deus prometeu, “Nunca te
abandonarei, nunca te esquecerei”!

ORAÇÃO:
Eterno e Fiel Pai, obrigado por suas grandes promessas. Estou
empolgado pela sua fiel presença na minha vida. Acredito
totalmente que posso confiar o meu futuro ao Senhor e que o Senhor
me levará à sua presença com vitória e grande alegria. Obrigado
por minha esperança segura e firme. No nome de Jesus eu oro.
Amém.